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Pintura - Escolhas de Mário Silva

Pintura - Escolhas de Mário Silva

31
Jan24

O Encontro, O Regresso, O Lar - Elizabeth Leite


Mário Silva

"O Encontro, O Regresso, O Lar"

Elizabeth Leite

J31 O Encontro, O Regresso, O Lar - Elizabeth Leite

Nasceu em 1982 e fez a sua primeira exposição em 2004, na sala de exposição da Escola Universitária de Artes de Coimbra, escola onde completou a Licenciatura em Pintura.

Realizou, até à data, 26 exposições coletivas e 11 mostras individuais.

A sua obra foi distinguida, em 2005 e em 2007, com uma Menção Honrosa no Prémio Aveiro Jovem Criador; em 2006 venceu o Primeiro Prémio do Aveiro Jovem Criador. Recebeu, ainda em 2006, uma Menção Honrosa na Bienal de Pintura de Penafiel.

A singularidade da pintura de Elizabeth Leite é que coloca uma primeira aparência de encenação ao serviço de uma complexa figuração de forças e de movimentos.

Quero dizer: onde o olhar mais impaciente encontra um espaço interior familiar em graus diferentes de intimidade, o que nesse plano de fruição não é errado, outros olhares verão, nessa mesma cena, e no excesso dos corpos e no grito das cores e na energia do próprio gesto da pintora e na expressividade dos objetos, um mundo em estado de reconfiguração permanente, ora apaziguamento e serenidade, ora tenção, ora limiar tranquilo de violência e de crimes.

Elizabeth Leite não pinta o mesmo momento desse devir (mundo, visível). Pinta os tempos desse devir e “a secreta loucura, os saltos de imaginação e de humor, o medo da morte, as coisas inexprimíveis” (António Lobo Antunes) que estão imanentes, mas disfarçadas, na aparente normalidade das existências e nas situações que parecem não ter “mistério”.

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30
Jan24

"Fernando Pessoa" - Alfredo Luz


Mário Silva

"Fernando Pessoa"

Alfredo Luz

J30 Fernando Pessoa - Alfredo Luz

Nas cores da memória, Alfredo Luz (1951) cria nas suas pinturas um conjunto de fragmentos que são reunidos pelos seus sentidos e pensamentos.

Dividido entre as vivências da vida rural e da urbana, concebe um discurso complexo sobre os seus olhares do mundo quotidiano. Aquilo que parece vulgar, transforma-se noutro elemento rodeado de encanto e leveza.

O seu universo criativo é apresentado, a partir da sua capacidade técnica de criação de formas com uma perfeita harmonia da cor, transmitindo sensação de pureza, sensibilidade e fantasia. Alfredo Luz (1951) é um artista multifacetado que deixou a sua marca não apenas nas telas, mas também na educação.

Lecionou Educação Visual em diversas cidades, incluindo Luanda, Arouca, Felgueiras, Moimenta da Beira, Caneças e Lisboa, dedicando vários anos ao ensino e compartilhando a sua paixão pelas artes visuais.

A contribuição artística de Alfredo Luz também foi objeto de estudo académico, sendo tema de dissertação de mestrado na Universidade Nova de Lisboa em 2011, por M. Raquel Costa, intitulada “A Fortuna Crítica do Surrealismo em Portugal Dos Pioneiros a Alfredo Luz".

O artista numa presença marcante no circuito artístico, expondo regularmente em Portugal e no estrangeiro.

Nas suas obras, Alfredo Luz revela um mundo repleto de fragmentos, reunidos através dos seus sentidos e pensamentos. Transitando entre as experiências da vida rural e urbana, constrói um discurso complexo sobre os seus olhares do mundo quotidiano.

A sua habilidade técnica destaca-se na criação de formas que combinam perfeitamente com uma harmonia de cores, transmitindo sensações de pureza, sensibilidade e fantasia.

O artista tende a colaborar com outros artistas surrealistas, como Cruzeiro Seixas e Luzia Lages. A sua presença em exposições, tanto nacionais quanto internacionais, reforça sua contribuição significativa para o cenário artístico contemporâneo, demonstrando a sua habilidade em transformar o comum em algo encantador e repleto de leveza.

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29
Jan24

"Moulin Rouge" - Luiz Nogueira


Mário Silva

"Moulin Rouge"

Luiz Nogueira

J29 Moulin Rouge - Luiz Nogueira

Luiz Nogueira é natural de Chaves.

Frequentou a Belas Artes de Lisboa, Master na Fundação Arcilla, Master fotografia Colónia, Madrid, Londres, seguindo fotografia como profissão, pintura como paixão...

Realizou várias exposições individuais e coletivas em Museus, Galerias e Fundações.

Percorreu vários estilos, fixando atualmente num estilo marcadamente figurativo, procurando sempre novas formas e novas pinceladas que transmitam uma força única.

A sua sensibilidade estética é marcada pelo uso de cores intensas e puras. Abordando uma técnica e temas que espelham sua alma numa transmissão profunda de convicções interiores de tristezas, alegrias e desilusões... com o intuito de representar essa mensagem e onde nada se comporta ao acaso, dando sempre uma ênfase especial aos pormenores, caracteriza o que lhe é muito peculiar e que o individualiza.

28
Jan24

"Pão e Vinho" - Mário Lino – Pintor contemporâneo flaviense - Portugal


Mário Silva

"Pão e Vinho"

Mário Lino – Pintor contemporâneo flaviense - Portugal

J28 Pão e Vinho_Mário Lino

Mário Lino é natural de Chaves. Em 1970 emigrou para o Canadá onde teve a oportunidade de se tornar artista gráfico.

Quando regressa a Portugal procura reavivar o gosto pela pintura. Foi aluno de Nadir Afonso, o seu mestre.

Através das Artes Plásticas fez várias exposições não só em Portugal como no estrangeiro.

A luta pela sobrevivência no meio artístico obriga-o a alargar as suas competências: é freelancer em artes gráficas para empresas de Chaves e é restaurador de arte sacra.

27
Jan24

"Jogo, ió-ió" (2020) - Manuel Araújo


Mário Silva

"Jogo, ió-ió" (2020)

Manuel Araújo

J27 Jogo, ió-ió - Manuel Araújo

Manuel Araújo é um pintor português, nascido 03 de maio de 1950, em Valbom, Gondomar – Portugal

Estudou na Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis - Porto, 1963/1969, formou-se em Artes Plásticas - Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.

Foi docente, estando aposentado neste momento.

A sua obra é vasta, retratando cenas do quotidiano ou locais da sua localidade e outros que visitou e quis imortalizar.

Utilizou pintura a óleo sobre tela e a aguarela.

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26
Jan24

"O Latoeiro" - Mário Augusto (1895-1941)


Mário Silva

"O Latoeiro"

Mário Augusto (1895-1941)

J26 O Latoeiro-Mário Augusto

Mário Augusto nasceu em Alhadas, concelho de Figueira da Foz (Portugal), em 1895.

Era filho de um lavrador e de uma costureira.

Desde cedo demonstrou interesse pela arte e começou a pintar ainda jovem.

Em 1914, mudou-se para Lisboa para estudar na Academia de Belas-Artes. Foi aluno de Columbano Bordalo Pinheiro, Henrique Pousão e Veloso Salgado.

Após terminar os estudos, Mário Augusto começou a expor o seu trabalho em Portugal e no estrangeiro. Foi um dos fundadores da Sociedade Nacional de Belas-Artes, em 1920.

A sua obra é marcada por uma forte ligação à natureza e ao meio rural. Pintou paisagens, retratos, cenas de género e naturezas-mortas. O seu estilo é realista, mas com um toque de impressionismo.

Mário Augusto morreu em Alhadas, em 18 de agosto de 1941, aos 46 anos.

A sua obra é considerada uma das mais importantes da pintura portuguesa do início do século XX. Está representada em coleções públicas e privadas de todo o mundo.

Mário Augusto foi um pintor de grande talento e sensibilidade. A sua obra é um importante testemunho da arte portuguesa do início do século XX.

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25
Jan24

"Casal de dançarinos e músicos" - Ernesto (1960-…)


Mário Silva

 

"Casal de dançarinos e músicos"

Ernesto (1960-…)

J25 Casal de dançarinos e músicos_Couple de danseurs et musicien - Ernesto (1960)

Ernesto é um pintor português nascido em 1960 em Lisboa. É considerado um dos mais importantes artistas contemporâneos portugueses.

Ernesto estudou pintura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, onde se formou em 1983. Começou a sua carreira artística no início dos anos 1980, e rapidamente se tornou conhecido pelas suas pinturas abstratas de grande escala. As suas obras são caracterizadas por uma paleta de cores vibrantes e formas geométricas arrojadas.

Ernesto tem exposto o seu trabalho em todo o mundo, e as suas obras encontram-se em coleções públicas e privadas de todo o mundo. Em 2016, foi-lhe atribuída a Medalha de Mérito Cultural pelo Governo Português.

A pintura de Ernesto é uma exploração da natureza da realidade e da perceção. As suas obras são frequentemente descritas como "hiper realistas" ou "surrealistas", pois combinam elementos da realidade com elementos imaginários. Ernesto utiliza frequentemente a cor e a forma para criar uma sensação de movimento e dinamismo nas suas pinturas.

É um artista importante e influente na cena artística portuguesa. O seu trabalho é uma exploração inovadora da pintura abstrata.

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24
Jan24

Sem Título (1991) - Ilda David (1925–2004)


Mário Silva

 

Sem Título (1991)

Ilda David (1925–2004)

J24 Sem Título 1991 - Ilda David

Ilda David foi uma pintora portuguesa nascida em 1925 e falecida em 2004. Ela é conhecida pelas suas contribuições para a arte contemporânea em Portugal, principalmente nas décadas de 1950 e 1960.

Ilda David nasceu em Lisboa, Portugal, em 1925.

Estudou na Escola de Belas Artes de Lisboa, onde teve a oportunidade de aprimorar as suas habilidades artísticas.

Ilda David destacou-se como uma pintora abstrata e expressionista. Ela foi uma das pioneiras da arte abstrata em Portugal, o que a tornou uma figura importante na cena artística do país.

Ilda David é conhecida pelo seu estilo artístico abstrato, que muitas vezes incorpora formas geométricas, cores vivas e texturas ousadas em suas obras.

As suas pinturas frequentemente exploram temas abstratos e emocionais, evocando sentimentos e estados de espírito por meio de cores e formas.

A pintora teve várias exposições individuais e coletivas ao longo de sua carreira, expondo seu trabalho em galerias e museus em Portugal e internacionalmente. Ela recebeu reconhecimento pela sua contribuição à arte contemporânea em Portugal.

Ilda David influenciou outros artistas contemporâneos e contribuiu para a evolução da cena artística em Portugal, especialmente no contexto da abstração e da expressão artística.

Deixou um legado duradouro na arte contemporânea em Portugal, sendo lembrada por suas obras abstratas e pela influência que teve sobre a comunidade artística. As suas pinturas continuam a ser apreciadas e estudadas como parte importante da história da arte em Portugal.

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23
Jan24

"Nostalgia" - Agostinho da Silva


Mário Silva

"Nostalgia"

Agostinho da Silva

J23 Nostalgia - Agostinho da Silva

“Pintar é fazer aparecer uma imagem que não é a da aparência natural das coisas, mas que tem a força da realidade"

Nasce a 12 de setembro de 1966 em Nogueira, aldeia rural e vinícola do Alto Douro, no concelho de Vila Real.

A par da formação Académica, desde muito cedo que demonstra uma vocação especial pela Arte.

Autodidata de formação e sem ninguém para satisfazer a não ser a si próprio, inicia-se no desenho e com apenas 13 anos o seu talento foi reconhecido pela Fundação Calouste Gulbenkian.

Aos 17 anos realiza alguns trabalhos em aguarela e inicia o caminho na Pintura a Óleo.

De estilo naturalista, cria a sua própria visão das coisas - o realçar da simplicidade das formas.

As suas Obras, sobretudo as flores, refletem a sua íntima ligação com a natureza.

O cheiro, o pó e as cores dos vinhedos do Douro, fruto de árduo e constante trabalho, deixaram uma impressão poderosa e duradoura na poética da sua pintura.

Com várias exposições de pintura individuais e coletivas efetuadas, muitas das suas Obras fazem hoje parte de coleções particulares no país e no estrangeiro.

Com formação em Relações Publicas e Turismo, reside em Chaves onde trabalha e tem o seu atelier.

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22
Jan24

"Porto de Leixões" (1901) - Mário Navarro da Costa (1883-1931)


Mário Silva

 

"Porto de Leixões" (1901)

Mário Navarro da Costa (1883-1931)

J22 Porto de Leixões 1901 - Mário Navarro da Costa (1883-1931)

Mário Navarro da Costa foi um pintor e diplomata brasileiro, nascido no Rio de Janeiro 1883 e falecido em Florença, Itália, em 1931.

Filho de um engenheiro português e de uma brasileira, Navarro da Costa começou a pintar ainda criança, mostrando talento precoce para a arte. Aos 17 anos, ingressou na Escola Nacional de Belas Artes (ENBA), onde estudou com José Maria de Medeiros e Rodolfo Amoedo.

Ainda estudante, Navarro da Costa começou a expor suas obras no Salão Nacional de Belas-Artes, onde recebeu menção honrosa em 1907 e medalhas de prata em 1912 e de ouro em 1920.

Em 1914, Navarro da Costa ingressou na carreira diplomática, sendo nomeado cônsul do Brasil em Nápoles, Itália. Durante a sua estadia em Itália, o pintor teve a oportunidade de estudar a obra de grandes mestres do passado, como Giotto, Leonardo da Vinci e Rafael. Também foi influenciado pela pintura impressionista e fauvista, que se desenvolvia na Europa na época.

A obra de Navarro da Costa é marcada pelo interesse pela paisagem marítima. O pintor retratava com maestria os diversos aspetos da vida nos portos, desde as atividades portuárias e pesqueiras até a beleza natural das praias e das ilhas.

As suas telas são caracterizadas por uma paleta de cores vibrantes, uma pincelada vigorosa e uma atenção especial à luz e ao clima.

Algumas das obras mais importantes de Navarro da Costa são: "Porto de Leixões" (1901); "O regresso dos pescadores" (1914); "A tempestade" (1922); …

Mário Navarro da Costa é considerado um dos mais importantes pintores brasileiros de paisagens marinhas.

A sua obra, que combina elementos do realismo, do impressionismo e do fauvismo, é um importante documento da pintura brasileira do início do século XX.

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