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Pintura - Escolhas de Mário Silva

Pintura - Escolhas de Mário Silva

30
Nov23

"Vista da praia com a Capela do Senhor da Pedra (Miramar) ao fundo" - José de Brito (1855-1948)


Mário Silva

"Vista da praia com a Capela do Senhor da Pedra

(Miramar) ao fundo"

José de Brito (1855-1948)

N30 Vista da praia com a Capela do Senhor da Pedra (Miramar) ao fundo - José de Brito (1855-1948)

José de Brito foi um pintor português que se destacou pela realização de pinturas históricas e de retratos.

Nasceu em Santa Marta de Portuzelo, Viana do Castelo, a 18 de fevereiro de 1855.

Em 1873, foi para o Porto estudar na Academia Portuense de Belas Artes, onde teve como professores Tadeu de Almeida Furtado, João Correia e Soares dos Reis. Em 1879, viajou para Paris, onde frequentou a Académie Julian e o estúdio de Benjamin-Constant.

A obra de José de Brito integra-se nas propostas naturalistas, dedicando-se especialmente à pintura de género, de paisagem e decorativa.

José de Brito recebeu vários prémios, em Portugal e no estrangeiro, nomeadamente da Sociedade Nacional de Belas Artes e do Grémio Artístico.

Em 1900, recebeu uma medalha de bronze na Exposição Internacional de Paris.

José de Brito morreu no Porto, a 26 de março de 1946, aos 91 anos de idade.

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29
Nov23

"Vista da Lagoa das Sete Cidades na Ilha de São Miguel, Açores", 1982  - Victor Câmara (1921-1998)


Mário Silva

"Vista da Lagoa das Sete Cidades na Ilha de São Miguel, Açores", 1982 

Victor Câmara (1921-1998)

N29 Vista da Lagoa das Sete Cidades na Ilha de São Miguel, Açores, 1982 - Victor Câmara (1921 - 1998)

Nasceu em Ponta Delgada, em 19 de outubro de 1921.

Foi aluno de desenho de Domingos Rebelo e Viçoso May mas trazia consigo o génio artístico que manifesta já aos 14 anos numa exposição de caricaturas.

Dois anos depois expõe individualmente, desta vez desenho, aguarela e caricatura.

Aos 18 anos, em 1939, a sociedade micaelense já o reconhecia como artista de capacidades invulgares.

A sua pintura, figurativa, é essencialmente naturalista se bem que tenha feito algumas incursões pelo surrealismo, patente nas suas “Descobertas das Ilhas”.

Nos anos 80 e 90 do século XX ensaia também fugas ao figurativismo, mas sem atingir o abstracionismo do que resultaram trabalhos de enorme expressão cromática e de grande vigor como os “Festões” e as “melancias estouradas” ou as “Procissões”.

Desde 1965, Victor Câmara radicou-se em Paço d´Arcos onde continuou a pintar os Açores a par de alguma paisagem marinha da costa de Cascais.

Retratou figuras do antigo regime e do atual, como Salazar, Rebelo de Sousa, Cavaco Silva e sua mulher, entre outros.

Expôs por duas vezes no Museu de Angra do Heroísmo e outras tantas no de Ponta Delgada que contam com obras suas nos seus acervos.

A Câmara Municipal de Ponta Delgada concedeu-lhe o Diploma de Cidadão de Mérito e atribuiu o seu nome a uma rua da cidade e a Câmara Municipal de Oeiras atribuiu-lhe a Medalha de Mérito Ouro.

Faleceu em Paço d´Arcos, em 1998.

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28
Nov23

"Como é grave a gravidade", 2005 - Carlos Calvet (1928-2014)


Mário Silva

"Como é grave a gravidade", 2005

Carlos Calvet (1928-2014)

N28 Como é grave a gravidade, 2005 - Carlos Calvet

Carlos Calvet (1928-2014) foi um pintor português que se destacou pela sua obra metafísica, que combina elementos figurativos e geométricos.

Calvet formou-se em arquitetura na Escola de Belas Artes do Porto, mas dedicou-se à pintura desde muito cedo.

A obra de Calvet é frequentemente descrita como "pop metafísica".

Ele usa objetos banais do quotidiano, como parafusos, botões e caixas de fósforos, para criar imagens enigmáticas e surrealistas. As suas pinturas são muitas vezes caracterizadas por um forte contraste entre as formas geométricas e as formas orgânicas.

Calvet também explorou outros temas na sua obra, como a paisagem, a figura humana e a natureza do tempo.

As suas pinturas são marcadas por um sentido de humor e ludicidade, mas também por uma profunda reflexão sobre a condição humana.

Calvet expôs individualmente e coletivamente em Portugal e em todo o mundo.

As suas obras encontram-se em coleções públicas e privadas em Portugal e no estrangeiro.

Calvet foi um dos pintores portugueses mais importantes do século XX.

A sua obra é original e inovadora, e continua a inspirar artistas e espetadores até hoje.

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27
Nov23

Rapariga do Ribatejo - José Campas (1888-1971)


Mário Silva

Rapariga do Ribatejo

José Campas (1888-1971)

N27 Rapariga do Ribatejo - José Campas  (1888-1971)

José Campas de Sousa Ferreira, mais conhecido por José Campas, foi um pintor e professor português.

Nasceu em Lisboa a 14 de julho de 1888 e faleceu na mesma cidade a 14 de janeiro de 1971.

Campas estudou Pintura na Escola de Belas-Artes de Lisboa, École Nationale et Spéciale des Beaux-Arts e Academia Julian, em Paris. Foi discípulo de Carlos Reis, Jean-Paul Laurens, Léon Bonnat, Raphaël Collin e J. J. Duval.

A obra de Campas é marcada pela sua qualidade técnica e pelo seu realismo.

Pintou paisagens, figuras humanas, retratos e naturezas mortas.

 As suas obras são frequentemente descritas como "pinturas de sentimento".

Campas participou em numerosas exposições, tanto em Portugal como no estrangeiro. Recebeu vários prémios, incluindo o Prémio Soares dos Reis em 1923 e o Prémio de Pintura do Instituto Português de Coimbra em 1924.

Campas é considerado um dos mais importantes pintores portugueses do século XX. A sua obra é representada em vários museus e galerias de arte nacionais e internacionais.

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26
Nov23

"Ponte romana" - (Rio Ave) - Abel de Vasconcelos Cardoso (1877-1964)


Mário Silva

"Ponte romana" - (Rio Ave)

Abel de Vasconcelos Cardoso (1877-1964)

N26 Ponte romana - Rio Ave - Abel de Vasconcelos Cardoso ((1877-1964)

Abel de Vasconcelos Cardoso foi um pintor português nascido em Guimarães em 1877.

Foi filho do pintor-retratista António Augusto da Silva Cardoso, formado na Academia Imperial de Belas Artes do Rio de Janeiro.

Cursou belas-artes no Porto com Marques da Silva e Prof. Correia.

Em 1896 viajou para Paris, onde estudou na Académie Julian com Jean-Paul Laurens.

Cardoso foi um pintor realista, especializado em paisagens e cenas de gênero. As suas obras são caracterizadas por um uso hábil da luz e da cor, e por uma atenção cuidadosa aos detalhes.

Algumas de suas obras mais famosas incluem "Paisagem com rio e árvores" (1900), "O Passarinho" (1902) e "Ermida da Senhora da Luz" (1903).

Cardoso foi um pintor prolífico, e suas obras estão representadas em coleções públicas e privadas em todo o mundo.

Cardoso foi um membro importante da Escola Regionalista Portuguesa, um movimento artístico que se desenvolveu no início do século XX.

Os pintores regionalistas retratavam a paisagem e a cultura portuguesas com um realismo e um sentimento de nostalgia.

Cardoso foi um dos principais expoentes do movimento, e suas obras ajudaram a popularizar a arte portuguesa no exterior.

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25
Nov23

"Bois de trabalho" - Artur Alves Cardoso (1883-1930)


Mário Silva

"Bois de trabalho"

Artur Alves Cardoso (1883-1930)

N25 Bois de trabalho - Artur Alves Cardoso  (1883-1930)

Artur Alves Cardoso foi um pintor português que nasceu em 17 de maio de 1882 em Caneças, perto de Lisboa.

Ele estudou na Academia de Belas Artes de Lisboa, onde foi aluno de Carlos Reis, um pintor realista.

Cardoso começou sua carreira pintando temas históricos e religiosos, mas logo se interessou por paisagens e cenas de género.

Cardoso foi um dos fundadores do” Grupo Silva Porto”, um grupo de pintores que se reuniam em torno do pintor e colecionador António Silva Porto.

O grupo era influenciado pelo Naturalismo, um movimento artístico que se concentrava na representação realista da vida cotidiana.

Cardoso era conhecido por seu uso de cores vivas e seu senso de movimento.

Cardoso morreu em 1930, aos 47 anos.

É considerado um dos pintores mais importantes de Portugal do século XX.

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24
Nov23

"Poema", 2000 - António Carmo


Mário Silva

"Poema", 2000

António Carmo

N24 Poema, 2000 - António Carmo

António Carmo nasceu em 1949 no Bairro da Madragoa em Lisboa, filho de gente ligada ao mar, mas foi criado pela madrinha de batismo, tendo vivido sempre na capital.

Dada a sua apetência para o desenho e a conselho do seu professor, na adolescência, ingressa na Escola de Artes Decorativas António Arroio, onde cursou Pintura Decorativa. Ainda como estudante começa a frequentar as tertúlias de Lisboa, nomeadamente na Brasileira do Chiado, Café Tarantela, Café Vává, Leitaria Garrett, etc.

Na Brasileira, conheceu e conviveu com algumas das figuras conhecidas da cultura nacional, tais como Almada Negreiros, Abel Manta, Jorge Barradas e João Hogan que, em 1970 apadrinhou a sua exposição na Galeria Diário de Notícias, e outros que ainda hoje fazem parte do seu convívio diário, entre estes, Virgílio Domingues, Alberto Gordillo e Luís Lobato.

Dada a diversidade de interesses culturais que sempre manifestou, teve o privilégio de conviver com grandes vultos do mundo das artes, nomeadamente do bailado, cinema e literatura.

Amigo pessoal de alguns dos nossos cantores e compositores, tais como Adriano Correia de Oliveira (que homenageou com um painel de azulejos em Avintes), Carlos do Carmo (executou a capa do LP O HOMEM NO PAÍS), Paulo de Carvalho, etc.

Em 1968 faz a sua primeira exposição individual, na Galeria Nacional de Arte em Lisboa.

Nesse mesmo ano, ingressa no Grupo de Bailados Portugueses Verde Gaio, aí permanecendo por dezoito anos e onde conheceu alguns grandes nomes do bailado internacional. Nesse período, para além de participar como bailarino, fez ainda os figurinos e cenários para alguns bailados do Grupo.

Em 1970 é mobilizado para a Guiné (Guerra Colonial) e durante os 2 anos em que ali permanece, organiza algumas exposições e executa alguns murais; colabora no jornal ”A Voz da Guiné” e faz uma pesquisa sobre a Arte Nalu.

Regressa a Lisboa em 1972 e no ano seguinte promove na Galeria Opinião, uma exposição de reflexão e denúncia dessa mesma Guerra Colonial.

Depois de 25 de Abril de 1974, executa grandes murais nas Festas do Avante em conjunto com outros nomes da pintura, tais como: Rogério Ribeiro, Cipriano Dourado, Querubim Lapa, Jorge Vieira e Rogério do Amaral.

A partir de então inicia uma carreira internacional sendo a sua primeira exposição na Galeria Solidair em Roterdão/Holanda, vindo a fixar-se temporariamente em Bruxelas onde há cerca de 25 anos mantém uma permanência constante nalgumas galerias.

Em Bruxelas, executa ainda dois murais de grandes dimensões para a Associação de Portugueses Emigrados na Bélgica que foram, recentemente, doados à Câmara de S. Gilles/Bruxelas.

Dentro do espírito de divulgação cultural que está sempre presente na sua postura social, ilustrou durante alguns anos o “Suplemento Cultural” do matutino “O Diário” bem como outros jornais. Formou ainda o Grupo Paralelo, na Primavera de 1974, juntamente com alguns pintores e escultores: Adão Rodrigues, Alberto Gordillo, Álvaro Perdigão, António Trindade, Cipriano Dourado, Estevão Soares, Guilherme Casquilho, Teixeira Lopes, Ribeiro Farinha, Rogério Amaral e Virgílio Domingues. A ele aderiram posteriormente vários outros artistas plásticos, entre os quais Boavida Amaro, João Duarte, João Hogan, Jorge Vieira, José António Flores, Lurdes Freitas, Maurício Penha, Noémia Cruz e Querubim Lapa.

Nascido numa época ímpar da nossa História, o “Paralelo” foi também produto do sonho partilhado por quase todos os Portugueses de então, de construir um Portugal melhor, onde até a Cultura e a Arte tivessem a sua oportunidade. Os seus fundadores propunham-se sobretudo promover a divulgação das correntes estéticas das artes plásticas portuguesas, mirando o território virgem que a província representava e, se possível, projectando o voo além-fronteiras. O veículo de propaganda eram, naturalmente, as exposições.

Pode dizer-se que ainda hoje, passados mais de 45 anos, o Grupo Paralelo mantém o mesmo espírito e atividade que norteou a sua criação – a divulgação de várias tendências estéticas.

Do seu curriculum fazem parte inúmeras exposições tanto nacionais como estrangeiras.

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23
Nov23

"Caminho de Aldeia" - António Teixeira Carneiro Júnior (1872-1930)


Mário Silva

"Caminho de Aldeia"

António Teixeira Carneiro Júnior (1872-1930)

N23 Caminho de Aldeia - António Teixeira Carneiro Júnior (1872-1930)

António Teixeira Carneiro Júnior foi um pintor, ilustrador, poeta e professor português, considerado um dos nomes maiores da pintura e do desenho em Portugal, na transição do decadentismo da arte finissecular para a experimentação modernista.

Nasceu em Amarante, a 16 de setembro de 1872, e morreu no Porto, a 31 de março de 1930.

A sua formação artística começou na Academia de Belas-Artes do Porto, onde estudou com Marques de Oliveira.

Em 1897, partiu para Paris, onde frequentou a Academia Julian e a Académie Colarossi.

Em Paris, entrou em contacto com o movimento simbolista, que exerceu uma grande influência na sua obra. As suas pinturas desta época caracterizam-se por um estilo melancólico e introspetivo, com um forte apelo à espiritualidade.

Em 1900, António Carneiro participou na Exposição Universal de Paris, onde obteve um grande sucesso com o tríptico "A Vida". Este quadro, que representa as três fases da vida humana, é considerado uma das suas obras-primas.

Depois de regressar a Portugal, António Carneiro dedicou-se principalmente à pintura de retratos. Os seus retratos são caracterizados por um grande realismo psicológico, que capta a personalidade do modelo de forma profunda e emotiva.

António Carneiro também se dedicou à pintura de paisagens, de naturezas-mortas e de temas religiosos.

Foi um artista prolífico, tendo produzido uma obra vasta e variada.

As suas obras encontram-se representadas em diversos museus e coleções privadas em Portugal e no estrangeiro.

António Carneiro foi um artista importante para a história da arte portuguesa.

A sua obra, marcada por um forte sentido de espiritualidade e de melancolia, é um testemunho da sua sensibilidade e da sua visão do mundo.

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22
Nov23

"Cuidado", 2016 - Fábio Carneiro


Mário Silva

"Cuidado", 2016

Fábio Carneiro

N22 Cuidado, 2016 - Fabio Carneiro

A produção artística de Fábio Carneiro iniciou-se há cerca de 15 anos, facto notável por atualmente ter apenas vinte e oito anos.

Não teve formação artística institucional, pelo que a qualidade do seu trabalho é devida não só ao seu talento inato, mas também à sua capacidade de aprendizagem contínua.

Inicialmente os seus trabalhos eram efetuados recorrendo ao óleo sobre tela, seguindo as técnicas básicas da pintura.

Atualmente, Fábio Carneiro tem procurado a criação artística recorrendo ao spray, de forma a adquirir valências que o tornem um artista mais polivalente, capaz de produzir trabalhos numa técnica pictórica mais clássica e contemporânea.

Em 2013 iniciou a sua carreira como tatuador no estúdio Sublime Villa e atualmente tem estúdio próprio na cidade de Fafe, Braga.

Uma paixão que se foi construindo ao longo do seu percurso e que sempre esteve ligado ao seu estilo de vida.

Atualmente é convidado a estar presente internacionalmente em estúdios de renome de forma a enriquecer o seu portefólio.

21
Nov23

"Terreiro do Paço", 1974  - Carlos de Amaral Carreiro


Mário Silva

"Terreiro do Paço", 1974 

Carlos de Amaral Carreiro

N21 Terreiro do Paço, 1974 - Carlos de Amaral Carreiro

Pintor português, Carlos de Amaral Carreiro nasceu em 1946, em Ponta Delgada, ilha de São Miguel, nos Açores.

Apesar de ter iniciado a sua frequência universitária no curso de Direito na Faculdade de Direito de Lisboa, apenas o frequentou durante dois anos passando a frequentar o curso complementar de pintura da Faculdade de Belas Artes do Porto que concluiu em 1972 e onde seria depois professor.

Carlos Carreiro foi um dos fundadores do Grupo Puzzle (João Dixo, Albuquerque Mendes, Graça Morais, Pedro Rocha, Jaime Silva, Dário Alves, Fernando Pinto Coelho e Armando Azevedo).

Este foi um importante grupo de intervenção no meio artístico português realizando exposições no Porto, em Lisboa, assim como no estrangeiro: França, Brasil, Suécia.

Carlos Carreiro participou em mais de 150 exposições coletivas, realizou mais de 32 exposições individuais e em janeiro de 1992 viu a sua obra ser exposta numa retrospetiva organizada pela Direção Geral dos Assuntos Culturais numa mostra intitulada “Exposição Antológica Carlos Carreiro – Vinte e Cinco Anos de Pintura / 1967 1992”.

Expôs pela primeira vez em 1967 e foi o mais novo pintor de entre os artistas portugueses que no início dos anos 1970 enveredaram por uma arte narrativa.

A figuração narrativa da pintura de Carlos Carreiro reutiliza técnicas ilustrativas onde o pintor surpreende pela mudança de escala dos objetos representados.

Nas suas pinturas o pormenor atrai, descobrindo-se continuamente mais uma história, mais um enredo.

O crítico de arte Fernando Pernes chamou lhe, em 1973, o "Jeronimus Bosh na sociedade de consumo".

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