Chris trabalha principalmente em óleo sobre painel, embora às vezes também trabalhe em papel, paredes, tela e computador. O seu trabalho inicial baseava-se nas colinas e na paisagem que rodeava a sua casa. No entanto, Chris é atraído para o mar e tenta visitar a costa para uma cerveja e inspiração quando o tempo e as finanças permitem! Seu trabalho apresenta Garfield e seu fiel Jack Russell “Barton Darcy”.
Max Wilhelm Römer (Hamburgo, 1878 — Funchal, Portugal, 1960) foi um pintor de origem alemã que viveu na ilha da Madeira durante 38 anos, de 1922 a 1960.
É na Madeira que inicia incessante obra, passando para o papel a paisagem, os costumes e os trajes desta terra.
Trabalhos seus estão publicados na revista Illustrirte Zeitung, de 1925, com um número especial dedicado à Madeira e à obra deste Hamburguês, com texto de Emil Franz Gesche, na altura cônsul alemão no Funchal.
Os seus trabalhos são uma miscelânea de temas, que vão desde o Palácio de São Lourenço, São Vicente, Porto Santo, Madeira Wine, na Madeira, e, na Alemanha, o Hall do Dresdner Bank, em Berlim, os Paços do Concelho, em Hamburgo e Bremen, e trabalhos para os paquetes "Großer Kurfürst", "Fürst Blücher" e "Imperator".
Trabalhava com diversos materiais, fossem óleos, desenhos a carvão ou guaches, mas foram as suas aguarelas que lhe deram o prestígio que ainda nos nossos dias possui.
Vendia as suas obras a colecionadores particulares de Portugal e de Inglaterra, assim como a hotéis. Fazia trabalhos publicitários para firmas e cinemas funchalenses, cartazes turísticos, postais, cartões de boas festas etc. Para além da pintura, tinha como passatempos favoritos ler, nadar e andar a cavalo.
O pintor Guy Gantner é um artista autodidata que nasceu em 1948, em Seul, Coreia do Sul.
A paixão pela arte, cor e forma surgiu quando era ainda muito jovem tentando recriar o seu universo por meio da pintura. Grande apreciador dos impressionistas e pós-impressionistas, mudou-se para França onde pode estudar e desenvolver o seu trabalho.
Tem um fascínio especial por pitorescas aldeias de montanha e ruas estreitas.
As suas telas são de extrema beleza e transmitem paz e serenidade.
Em Paris, em 1888, matriculou-se na Escola de Artes Decorativas e na Escola de Belas Artes, mas, de natureza independente, preferiu formar-se sozinho fazendo cópias no Louvre. Em 1892, participou do Salon des Indépendants e, em 1894-95, expôs no Le Barc de Boutteville.
Grande viajante, foi para o Marrocos em 1898 (onde se inspirou em Delacroix) e depois visitou a Europa de 1905 a 1910, realizando muitas aquarelas. A partir de 1904, expôs com frequência em Durand-Ruel, Bernheim e Druet. Em 1921, estabeleceu-se em Quercy, região que inspirou muitas paisagens, assim como Collioures e a Normandia.
Pintor muito produtivo (mais de mil telas), d'Espagnat usa as cores ousadas sublinhando-as, porém, com contornos fortes, num estilo próximo ao de Renoir. A sua pintura, de tendência intimista, evoca Bonnard e Vuillard em retratos de escritores e artistas, cenas de exterior, composições com várias personagens e naturezas-mortas.
A sua atividade é múltipla: desenhista, ilustrador (1897); pintor de decorações de parede em Vilennes-sur-Seine para a villa do Dr. vian (1900), para a prefeitura de Vincennes (1936), o transatlântico Normandia (1935) e o Palácio de Luxemburgo (1939), ele também executou decorações teatrais para Fantasio de Musset (1912) e O Barbeiro de Sevilha de Beaumarchais (1934).
Eugène Boudin foi marinheiro e um dos mais notáveis pintores precursores do Impressionismo, ao tentar expor nas suas telas, variações da atmosfera, jogos de luz e cor e a fluidez dos horizontes no mar.
No seio de uma modesta família de marinheiros, Eugène Boudin nasceu em Honfleur, pequeno porto de pescadores da Normandia, no norte da França.
Estudou alguns anos em Paris com uma bolsa obtida em 1851, antes de se recolher às regiões do litoral francês, em Le Havre, Honfleur ou Trouville, onde veio a se inspirar. Em 1865, ao conhecer os óleos e pastéis de Boudin, Baudelaire escreveu, a respeito do artista, frases que mais tarde poderiam ser aplicadas aos impressionistas.
Iniciador de Monet, ainda adolescente quando os dois se encontraram em 1858, Boudin foi marcado pelas suas relações com Johan Jongkind, Jean-François Millet e Jean-Baptiste Camille Corot. Este último costumava chamá-lo de "rei dos céus" pelo tratamento pictórico que dava às nuvens, as nuances de azul e o reflexo que esses fenómenos produziam nas paisagens.
António Carvalho da Silva (1850 - 1893) foi um pintor português que mais tarde adotaria para apelido o nome da sua cidade natal, ficando conhecido por Silva Porto.
A sua pintura, cheia de luz e cor, é sobretudo inspirada na própria Natureza. Junto com Marques de Oliveira é um dos introdutores do naturalismo em Portugal.
De 1982 a 2008, conta com 34 exposições individuais. Dois primeiros prémios de pintura pela Academia de Marinha e 4 menções honrosas. Em 2000 foi o Artista "Convidado de honra" no 14º encontro com a arte em Moreira da Maia. Os seus Óleos são maioritariamente executados a espátula. A sua obra faz parte de diversas coleções particulares no país e no estrangeiro.
Depois de passar pela escola de Artes decorativas Soares dos Reis, o meu interesse pela arte começou no início da década de 80, tendo como fonte de inspiração a pintura do meu irmão Moreira Aguiar.
Em geral a maioria dos discípulos inspiram-se em grandes mestres ou simplesmente em obras que toquem pessoalmente com a sua sensibilidade.
Eu não sou exceção e a luz, o realismo e o trabalho em geral do Moreira Aguiar, despertou em mim algo mais para além do desenho... A cor!
A técnica e a experiência de um artista, de nada valem se o seu trabalho não for feito com alma. A inspiração é um trunfo, a falta dela é o meu maior rival.
Como artista do Porto que sou, a nossa paisagem inspira-me e num dos meus passeios pela cidade observei montras enriquecidas com o reflexo de trechos da cidade.